VITROLA MUSICAL


 

LANÇAMENTOS DVD

Compilação de todos os clipes da carreira do Metallica, desde "One", tirado do quarto álbum "...And Justice For All" --a banda não fez clipes dos três primeiros discos-- até o mais recente "St. Anger", de 2003.

O melhor da coleção são os vídeos do álbum "Metallica", também conhecico como o "álbum negro", de 1991, que colocou o quarteto norte-americano entre as maiores bandas de rock do mundo. "Enter Sandman", "The Unforgiven", Nothing Else Matters", "Sad But True" e "Whenever I May Roam" são as canções desse disco que ganharam clipes.

Após o estouro de "Metallica", a banda não conseguiu atingir o mesmo nível de qualidade nos álbuns posteriores. Por outro lado, os clipes ficaram cada vez mais elaborados. Do período entre o lançamento de "Load", de 1996, e "St. Anger", há os bacanas "Hero of The Day", "Fuel" e "Whiskey in The Jar".

Este "The Videos" também diverte por mostrar a evolução visual, e de orçamento, do Metallica: De cabeludos sujos do começo de carreira a músicos estilosos em vídeos super produzidos

Enquanto o líder do Jamiroquai, Jay Kay, passa um tempo afastado da indústria musical para recuperar a inspiração, a banda lança este DVD com todos os clipes da carreira.

Apesar de beber na fonte de grandes nomes do funk, soul e disco, como Stevie Wonder e a banda Chic, o som do Jamiroquai nunca conseguiu passar de uma cópia --bem produzida, é verdade-- dos originais, com resultado que não em geral empolga.

Isso não impediu o sucesso de músicas como "When You Gonna Learn", "Space Cowboy", "Virtual Insanity", "Cosmic Girl" e "Alright", cujos clipes caprichados, repletos de efeitos especiais, aparecem aqui, ao lado de outros 19, entre eles o curioso "High Times", filmado no Brasil, e que mostra a banda em aviões da hoje extinta Vasp.

Nos extras estão o making of de "Little L", que mostras os bastidores de uma uma super produção para um clipe, uma entrevista recente, apenas burocrática, com Jay Kay, e uma participação um pouco mais divertida do cantor ainda em início de carreira, em uma rádio japonesa



Escrito por VITROLA MUSICAL!!!!!! às 14h12
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LANÇAMENTOS

 Disco gravado por Baden Powell em 2000 ganha agora edição nacional, após ser lançado no Japão e França.

O álbum reúne oito versões instrumentais para colaborações entre o violonista e Vinicius de Moreas, como "Consolação", "Apelo" e "Samba da Benção" entre outras.

 A atriz Juliette Lewis encarna novamente seu lado roqueiro e lança o segundo disco da banda Juliette Lewis and the Licks.

"Four on The Floor", com a colaboração de Dave Grohl, dos Foo Fighters, traz mais do rock'n'roll de Lewis, que vai buscar influências no som de nomes como Runaways e Stooges. "Smash and Grab", "Death of a Whore" e "Purgatory Blues" destacam-se no disco.

As canções são para cima, diretas, aceleradas e cheias de guitarras feitas para ouvir no volume máximo. Sem escorregadas graves pelo caminho, Juliette and the Licks entrega um álbum correto e que até diverte com sua sonoridade que beira o clichê do rock



Escrito por VITROLA MUSICAL!!!!!! às 14h08
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Los Hermanos anuncia hiato por tempo indeterminado

Em nota no site oficial, banda diz que precisa de tempo para outras atividades.
Integrantes negam existência de desentendimento

 

 

quarteto carioca Los Hermanos anunciou um recesso por tempo indeterminado. Por meio de uma nota em seu site oficial, a banda informou que o hiato se deve "a necessidade dos integrantes de se dedicarem a outras atividades que vieram se acumulando ao longo desses dez anos de trabalho initerrupto em conjunto". Segundo a mesma nota, não houve problemas internos entre os integrantes Marcelo Camelo (voz e guitarra), Rodrigo Amarante (voz e guitarra), Bruno Medina (teclados) e Rodrigo Barba (bateria). "Não houve desentendimento ou discordância que tenha afetado nossa amizade tanto que continuamos jogando truco toda quinta-feira", afirma o comunicado.

 

 



Escrito por VITROLA MUSICAL!!!!!! às 15h31
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Música digital decreta o fim da alta-fidelidade

Tocadores modernos substituem os grandes aparelhos de som domésticos.
Para especialista, no entanto, se vitrolas são Ferraris, "o iPod é uma mobilete".

Fãs de música ainda se lembram de uma imagem familiar de propaganda do passado: um homem reclinado numa cadeira, com a cabeça para trás, relaxando ao som de sua vitrola.
Mas os aparelhos de alta-fidelidade agora são relíquias.

Com capacidade de guardar grandes seleções de música no seu bolso, os modernos players tomaram o lugar dos grandes aparelhos de som domésticos como o equipamento musical preferido. Mas a qualidade de som dos arquivos digitais de áudio é perceptivelmente inferior à dos CDs e até mesmo do vinil.

Será que o som de alta-fidelidade está com os dias contados? Julgando pelos dois bilhões de músicas baixadas do serviço iTunes da Apple Inc., pela onipresença dos fones de ouvido brancos de iPod, e pelas centenas de milhares de pessoas trocando arquivos de música de graça, a resposta é sim.

"Sob muitos aspectos, uma qualidade de som boa o suficiente já satisfaz", diz Paul Connolly, especialista em instalação de arte e um velho fã de sistemas de reprodução de áudio, de Sugar Land, no Texas, que agora está no processo de digitalizar seus 2.400 CDs no formato de menor perda de áudio digital da Apple.

"O calor e a simpática distorção que os discos de vinil tinham eram até bonitos", diz ele. "Mas se eu tenho saudades do tempo dos vinis? Não. Se sinto falta dos tempos dos CDs agora que nós nos tornamos digitais? Não. É um novo meio".

Justin Schoenmoser, de San Francisco, também trocou seu sistema de som por um iPod. Atualmente ele trabalha fora do país e carrega seu iPod para onde vai, a conveniência de carregar milhares de músicas em um aparelho melhor do que um maço de cigarros compensa o sacrifício da qualidade.

"A última vez que eu tive um sistema completo de som foi na década de 90, e foi um presente dos meus pais", disse Schoenmoser. "Agora que consegui converter a maioria das minhas coisas para o formato digital, finalmente consegui me livrar do meu aparelho de som antigo".

  iPod = mobilete

Uma música copiada de um CD a 128 kilobits por segundo – a configuração padrão para a maioria dos programas – guarda apenas uma fração da informação de áudio contida no disco original. Quer você tenha baixado a música do itunes ou do LimeWire, a música continua a mesma. O pequeno arquivo de música digital é uma sombra altamente compactada da gravação original.

Independentemente de quão avançado é o seu sistema de som doméstico, se você tocar nele um MP3 de baixa qualidade ou um arquivo de iTunes, você terá uma reprodução de baixa qualidade da música original. É escutável, mas ainda carece a nitidez de um CD tocado no mesmo sistema.

Alguns especialistas dizem que a qualidade de som perdida no processo é indetectável pela maioria dos ouvidos não treinados. Mas Michael Silver pode ouvir a diferença.

Audio High, sua refinada loja de música em Mountain View, vende coisas como uma agulha de vitrola por US$ 5 mil e um cabo para som estéreo a US$ 2.700 o metro.

"Não se pode comparar", diz Silver sobre a qualidade do som oferecida pelos players portáteis de música de hoje e seus arquivos de som compactados. Se o seu equipamento especial é como uma Ferrari do som, e o equipamento comum de som estéreo é uma Honda, "um iPod é como uma mobilete", diz Silver.

Essa diferença na qualidade do som, perceptível ou não, não tem poupado os maiores e tradicionais vendedores de música e aparelhos de som.

O Tweeter Home Entertainment Group Inc., um revendedor de equipamentos áudio de média e alta qualidades, sediado em Canton, Massachussets, está fechando 49 de suas 153 lojas no país. A queda nas vendas na Tower Records, de Sacramento, na Califórnia, fez com que a antiga líder do setor declarasse falência em agosto do ano passado.

A Circuit City, segunda maior revendedora de eletrônicos do país, está despedindo 3.400 de seus mais experientes vendedores.

Dados atuais de um relatório recente da Nielsen SoundScan mostram que as vendas de CDs já gravados caíram 20% nos Estados Unidos desde o ano passado

"Todo mundo tem uma determinada quantidade de dinheiro para gastar. Não é que as pessoas estejam escolhendo não gastá-lo no antigo sistema de áudio. É que algo novo surgiu simultaneamente", afirma James McQuivey, o principal analista de tecnologia de mídia no instituto Forrester Research Inc.

"O MP3 player integra a coleção de músicas com a execução das mesmas", diz ele. "Agora tudo isso é escondido, invisível, em um disco rígido em algum lugar".

 Amplificadores e caixas

Com os usuários conectados em rede em suas casas prontos para preencher o vazio deixado pela morte dos aparelhos de som, McQuivey vê um fluxo crescente de novos aparelhos no horizonte que irão apagar quaisquer empecilhos para a migração completa para o MP3.

A companhia Sonos, Inc., com sede em Santa Bárbara, por exemplo, vende um sistema que permite ao usuário tocar as músicas do PC para um amplificador e caixas acústicas ou home theater, algo híbrido entre a velha guarda e o novo.

"Um CD não tem mais qualquer importância para mim", diz John MacFarlane, fundador e diretor executivo da Sonos. "O iPod e esse tipo de player portátil aceleraram essa tendência ainda mais".

Mesmo quando os consumidores compram CDs hoje em dia, "a primeira coisa que fazem é abri-los e colocá-los em seus iPods", diz MacFarlane.

MacFarlane não está mesmo convencido de que algumas pessoas sejam capazes de ouvir a diferença entre a qualidade dos CDs e os silenciados arquivos de MP3, a que ele atribui "boa qualidade, não perfeita".

"Quando a Philips e a Sony fizeram os CDs eles não cortaram nenhuma aresta porque foram cuidadosos para preservar tudo o que estava lá, mesmo que você fosse incapaz de ouvir", disse MacFarlane. "Esses arquivos de 128 são bons pra caramba. Muitos professores doutores trabalharam para fazer os arquivos de 128 kbps funcionar bem e soar bem".

Schoenmoser, o viajante californiano, concorda. "Eu honestamente não sou capaz de dizer a diferença entre o CD, as fitas e a música digital", diz ele. "Eu aceitaria até mesmo uma qualidade ainda mais baixa, desde que seja digital e portátil".

(Por Ron Harris, da Associated Press)

Fonte: G1



Escrito por VITROLA MUSICAL!!!!!! às 12h30
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O CÉU É O LIMITE

 

 

 

A jovem cantora e compositora Maria do Céu, ou simplesmente Céu, terminou uma bem-sucedida turnê de estréia pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (19), uma empreitada com direito a vários shows com ingressos esgotados e uma escalada rápida nas paradas de sucesso.

Leia entrevista exclusiva da cantora ao G1

Nos EUA, a paulistana chegou esta semana ao topo da parada "World" da revista "Billboard" com seu primeiro CD, "Céu", que está sendo vendido nas cafeterias Starbucks em todo o território norte-americano.

Céu é a primeira artista a cantar em outra língua que não o inglês a ser distribuída pelo selo da Starbucks, que conta com artistas como o ex-Beatle Paul McCartney. Segundo a gravadora Six Degrees, a cantora vendeu em duas semanas quase 20 mil unidades de seu álbum, lançado no Brasil há dois anos.

Céu foi indicada a um Grammy Latino no ano passado, na categoria artista revelação, e excursionou no Canadá e na França. Agora, a cantora de 27 anos só quer saber de voltar para casa e fazer mais shows no Brasil. "Ainda tenho trabalho para fazer com esse disco no Brasil, quero tocar no Nordeste, no Sul, quero ir para Minas", disse Céu em entrevista à Reuters.

Céu se inspira na selva urbana de São Paulo e no rap das ruas para criar seu som, que gosta de misturar com sambas das antigas. Devido à influência musical na família, Céu aproxima ritmos modernos dos sambas tradicionais que cresceu ouvindo em casa.

A cantora cruzou os EUA fazendo 13 shows este mês, tocando em cidades como Nova York, Seattle, Washington e Chicago.

 



Escrito por VITROLA MUSICAL!!!!!! às 12h23
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